Quem somos!

Neste ano letivo 2015-2016 depois de uma mudança de escola e de agrupamento, aqui estou de novo...

Pensei iniciar um novo blog, mas depois de refletir conclui que continuo a ser educadora e que em cada ano que passa os meninos e meninas vão passando, deixando marcas mas eu continuo apaixonada por esta profissão e acima de tudo continuo a ser eu mesma ...

Por isso este blog vai continuar.

Agora numa nova realidade:

EB António Santos Jorge, Agrupamento de Escolas José Maria dos Santos.

Somos, como sempre, meninos e meninas interessados, curiosos e prontos para a brincadeira...

Pois é a BRINCAR que CRESCEMOS!

Se nos quiserem enviar um email podem faze-lo para:

jisantosjorge@gmail.com

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Com o "TUXPAINT" desenhamos os animais

um tubarão...
...dois tubarões...

...três tubarões!

1 Periquito...

...2 periquitos...

...3 periquitos!!!

1 leão...

... 2 leões...
...3 leões...

...4 leões!!!

1 golfinho...

...2 golfinhos...

...3 golfinhos!!!

1 cavalo...

... 2 cavalos...

... 3 cavalos!!!

1 borboleta...

... 2 borboletas...

...3 borboletas!!!

Estes são os animais que desenhamos no programa "TUXPAINT".

Foi muito interessante aprender a desenhar no computador e descobrir este programa.

Mas também foi, por vezes, um pouquinho difícil...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Os animais da Terra, do Mar e do Ar







Sobre a temática deste mês "Os animais da terra, do mar e do ar"fizemos várias tarefas integradoras e transversais às várias áreas de conteúdo .

Falamos sobre os animais que mais gostamos e as suas caracteristicas, pesquisamos na net, desenhámos, escrevemos, pintámos e fizemos uns trabalhos de grupo, utilizando diversos materiais para a concretização do trabalho que apresentámos aos outros colegas.

Eis o resultado final, não estão bonitos??

E as coisas que aprendemos... foi mesmo divertido!!!

terça-feira, 27 de abril de 2010

Uma corrida de obstáculos


Num dia de sol apetece mesmo brincar no exterior.
Fizemos uma corrida de obstáculos, passamos em equilibrio por cima de uma corda, andamos com um arco a rodar no chão, saltamos pelos pneus, saltamos na bola saltitona e andamos de "andas". foi mesmo divertido ver qual a equipa que conseguia chegar primeiro.

Bowling












A nossa amiga Susana quis fazer um jogo de Bowling no âmbito do seu projecto "Dinamização do Espaço Exterior".
É claro que nós aderimos logo à ideia, jogos é connosco.

Mas primeiro tínhamos que construir o jogo...
Com garrafas de plástico forradas de papel de jornal e cola branca que foram depois pintadas...

Cada garrafa tem um número que corresponde aos pontos, depois foi só aprender a jogar...
Contamos os pontos e escrevemos no quadro. Passamos os pontos para o papel e com a ajuda da Susana fizemos um gráfico... Agora é só ler o gráfico e descobrir que a Ana Rita ganhou porque fez mais pontos, a Inês foi quem fez menos pontos e a Bruna e o Alexsandro fizeram os mesmos pontos...

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Uma história que nós gostamos muito!


“A Que Sabe A Lua”


A lua é redonda e muito apetitosa…
O Rato,
O Macaco,
O Raposo,
O Leão,
A Zebra,
A Girafa,
O Elefante,
E a Tartaruga…
Queriam saber ao que sabe a lua e, subiram nas costas uns dos outros para lá chegar…
Quando lá chegaram cada bocadinho de lua sabia aquilo que cada animal mais gostava…
Com a barriga cheia todos adormeceram juntos…
O Peixe que estava no lago ficou sem perceber nada, pois a lua estava ali em baixo no seu lago…
Era o reflexo…


Uma história de
Mihael Grejniec

Este é um resumo da história que a Margarida levou no fim de semana no âmbito do projecto "Leitura em Vai e Vem". Na segunda feira, ela contou a história aos amigos e como todos gostámos tanto da história resolvemos fazer um painel com o resumo e desenhos feitos por nós.

Chegou a Primavera












A Primavera já chegou no mês de Março, mas como tínhamos os trabalhos da Páscoa e depois vieram as "férias", não tivemos tempo de elaborar um trabalho alusivo a este tema.

Depois de uns dias de descanso e, quando regressamos à escola a Susana deu a ideia de fazermos umas pinturas com uma nova técnica... SIMETRIAS, com pingos de tinta. Então pusemos mãos à obra....

1º pingos de tinta numa folha de papel;

2º dobramos a folha ao meio e espalhamos a tinta com a mão;

3º abrimos;

4º olhamos as nossas pinturas e dizemos o que nos parece;

5º contornamos para fazer a forma que descobrimos;

6º recortamos:

E eis um painel com flores, borboletas, pássaros, árvores e até peixes... mas a forma que mais descobrimos foram BORBOLETAS.

Está ou não bonito o nosso painel.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

os animais que nós gostamos mais!







A temática este mês na nossa sala é sobre os "Animais". Descobrimos que existem animais que se deslocam na Terra , no Mar e no Ar.

Dissemos nomes de animais que conhecíamos e depois dissemos qual é que gostávamos mais...

O Alexsandro, o Gabriel e o David - Porco da Índia;

A Margarida, a Bruna, a Verónica e a Carolina I. - Golfinho;

A Beatriz, a Carolina Jesus e a Élia - Cavalo;

O Tiago e a Inês - Leão;

A Maria e o Paulo - Cão;

O Gonçalo - Gato;

O Victor - Leoa;
A Rita - Coelho;

o André - Baleia

A Diana - Zebra;

A Carolina S. - Girafa;

O Tomás - Tubarão;
A Cristina - Papagaio;

A Susana - Elefante.


Fomos então fazer digitinta, o que é muito divertido mexer com as mãos nas tintas que são muito macias...

Com os dedos desenhamos os animais que mais gostamos... Vejam lá se não ficaram bonitos os nossos trabalhos...

terça-feira, 13 de abril de 2010

Iniciamos o terceiro periodo





Ontem começou o terceiro periodo e nós já estavamos com muitas saudades do JI.
Brincamos uns com os outros fizemos desenhos e matamos saudades dos nossos amigos, da nossa educadora e da Élia, a nossa auxiliar...
Hoje a Susana (estagiária da ESE) trouxe peneus para nós brincarmos no recreio e aprendemos a fazer jogos muito divertidos... querem ver?

Há não esquecemos de tirar uma foto com o grupo todo mais a nossa Élia que estava doente na outra...

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Um artigo que nos deve levar a pensar

Mandaram-me este artigo por e-mail que achei deveras interessante.


Dá-nos que pensar e pode levar-nos a melhorar nossa relação enquanto pais com os nossos filhos.


Sempre achei que o tempo que passamos com eles não se mede pela quantidade mas sim pela qualidade, no entanto depois de um dia intenso de trabalho por vezes nem qualidade há.


Deixo aqui este artigo do jornal Público para que os pais das crianças da minha sala e outros que por aqui passem possam reflectir e agir. Sem outro intuito que não seja o de levar a questionar o mundo de hoje e as nossas relações interpessoais.



Quando um aluno entra na escola às 8h e sai às 20h, tem pai/mãe em média 3h por dia. Que geração estamos a criar?
PUBLICO.PT
Contra a escola-armazém
Daniel Sampaio
Merece toda a atenção a proposta de escola a tempo inteiro (das 7h30 às 19h30?), formulada pela Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap). Percebe-se o ponto de vista dos proponentes: como ambos os progenitores trabalham o dia inteiro, será melhor deixar as crianças na escola do que sozinhas em casa ou sem controlo na rua, porque a escola ainda é um território com relativa segurança. Compreende-se também a dificuldade de muitos pais em assegurarem um transporte dos filhos a horas convenientes, sobretudo nas zonas urbanas: com o trânsito caótico e o patrão a pressionar para que não saiam cedo, será melhor trabalhar um pouco mais e ir buscar os filhos mais tarde.

Ao contrário do que parecia em declarações minhas mal transcritas no PÚBLICO de 7 de Fevereiro, eu não creio à partida que será muito mau para os alunos ficar tanto tempo na escola. Quando citei o filme Paranoid Park, de Gus von Sant, pretendia apenas chamar a atenção para tantas crianças que, na escola e em casa, não conseguem consolidar laços afectivos profundos com adultos, por falta de disponibilidade destes. É que não consigo conceber um desenvolvimento da personalidade sem um conjunto de identificações com figuras de referência, nos diversos territórios onde os mais novos se movem.
O meu argumento é outro: não estaremos a remediar à pressa um mal-estar civilizacional, pedindo aos professores (mais uma vez...) que substituam a família? Se os pais têm maus horários, não deveriam reivindicar melhores condições de trabalho, que passassem, por exemplo, pelo encurtamento da hora do almoço, de modo a poderem chegar mais cedo, a tempo de estar com os filhos? Não deveria ser esse um projecto de luta das associações de pais?
Importa também reflectir sobre as funções da escola. Temos na cabeça um modelo escolar muito virado para a transmissão concreta de conhecimentos, mas a escola actual é uma segunda casa e os professores, na sua grande maioria, não fazem só a instrução dos alunos, são agentes decisivos para o seu bem-estar: perante a indisponibilidade de muitos pais e face a famílias sem coesão onde não é rara a doença mental, são os promotores (tantas vezes únicos!) das regras de relacionamento interpessoal e dos valores éticos fundamentais para a sobrevivência dos mais novos. Perante o caos ou o vazio de muitas casas, os docentes, tantas vezes sem condições e submersos pela burocracia ministerial, acabam por conseguir guiar os estudantes na compreensão do mundo. A escola já não é, portanto, apenas um local onde se dá instrução, é um território crucial para a socialização e educação (no sentido amplo) dos nossos jovens. Daqui decorre que, como já se pediu muito à escola e aos professores, não se pode pedir mais: é tempo de reflectirmos sobre o que de facto lá se passa, em vez de ampliarmos as funções dos estabelecimentos de ensino, numa direcção desconhecida. Por isso entendo que a proposta de alargar o tempo passado na escola não está no caminho certo, porque arriscamos transformá-la num armazém de crianças, com os pais a pensar cada vez mais na sua vida profissional.

A nível da família, constato muitas vezes uma diminuição do prazer dos adultos no convívio com as crianças: vejo pais exaustos, desejosos de que os filhos se deitem depressa, ou pelo menos com esperança de que as diversas amas electrónicas os mantenham em sossego durante muito tempo. Também aqui se impõe uma reflexão sobre o significado actual da vida em família: para mim, ensinado pela Psicologia e Psiquiatria de que é fundamental a vinculação de uma criança a um adulto seguro e disponível, não faz sentido aceitar que esse desígnio possa alguma vez ser bem substituído por uma instituição como a escola, por melhor que ela seja. Gostaria, pois, que os pais se unissem para reivindicar mais tempo junto dos filhos depois do seu nascimento, que fizessem pressão nas autarquias para a organização de uma rede eficiente de transportes escolares, ou que sensibilizassem o mundo empresarial para horários com a necessária rentabilidade, mas mais compatíveis com a educação dos filhos e com a vida em família.
Aos professores, depois de um ano de grande desgaste emocional, conviria que não aceitassem mais esta "proletarização" do seu desempenho: é que passar filmes para os meninos depois de tantas aulas dadas - como foi sugerido pelos autores da proposta que agora comento - não parece muito gratificante e contribuirá, mais uma vez, para a sua sobrecarga e para a desresponsabilização dos pais.
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